Lista dos índices

IBOVESPA: é o indicador mais importante do desempenho médio das cotações do mercado de ações brasileiro. Sua relevância advém do fato de que o IBOVESPA retrata o comportamento dos principais papéis negociados na BM&FBOVESPA e também de sua tradição, pois o índice manteve a integridade de sua série histórica e não sofreu modificações metodológicas desde sua implementação, em 1968.

IBrX-50: é um índice que mede o retorno total de uma carteira teórica composta de 50 ações selecionadas entre as mais negociadas na BM&FBOVESPA em termos de liquidez, ponderadas pelo valor de mercado das ações disponíveis para negociação. Foi projetado para tornar-se um referencial entre investidores e administradores de carteira e também para possibilitar o lançamento de derivativos (futuros, opções sobre futuros e índices). O IBrX-50 tem as mesmas características do Índice Brasil (IBrX), composto de 100 ações, mas apresenta a vantagem operacional de ser mais facilmente reproduzido pelo mercado.

IBrX: trata-se do Índice Brasil, indicador de preços que mede o retorno de uma carteira teórica composta de 100 ações selecionadas entre as mais negociadas na BOVESPA em termos de número de negócios e volume financeiro. Essas ações são ponderadas na carteira do índice pelo respectivo número de ações disponíveis para negociação no mercado.

ISE: tem por objetivo refletir o retorno de uma carteira composta de ações de empresas com reconhecido comprometimento com a responsabilidade social e a sustentabilidade empresarial e também atuar como promotor de boas práticas no meio empresarial brasileiro.

ITEL: a Bolsa de Valores de São Paulo decidiu lançar seu segundo indicador representativo de um setor específico da economia brasileira, o Índice Setorial de Telecomunicações. A BM&FBOVESPA considera que, decorridos alguns anos após a cisão/privatização da Telebrás (efetuada em julho de 1998), o setor de telecomunicações já concluiu a maior parte das reestruturações acionárias esperadas como etapa seguinte à privatização, permitindo, dessa forma, a mensuração consistente da negociação das empresas desse importante setor. Tendo essa consistência em vista, a BM&FBOVESPA fixou a base de 1.000 pontos do ITEL para a data de 30 de dezembro de 1999, quando as empresas resultantes da cisão da Telebrás já estavam sendo negociadas havia aproximadamente um ano.

IEE: trata-se do Índice de Energia Elétrica, primeiro indicador setorial criado pela BM&FBOVESPA, lançado em agosto de 1996. Presentes há anos nos mercados internacionais, os indicadores setoriais têm o objetivo de oferecer uma visão segmentada do comportamento dos mercados de ações. Eles são constituídos pelas empresas abertas mais significativas de setores específicos e representam uma medida do comportamento agregado do segmento econômico em questão.

INDX: é composto das ações de emissão de empresas do setor industrial negociadas na BM&FBOVESPA que corresponderem a determinados critérios de inclusão. Integrarão a carteira do INDX as ações que atenderem simultaneamente aos critérios seguintes: a) forem emitidas por empresa classificada em um dos subsegmentos do setor industrial com registro de negociação na BM&FBOVESPA; b) integrarem o grupo das 150 ações de maior índice de negociabilidade, apurado nos doze meses anteriores à formação da carteira; e c) tiverem sido negociadas em pelo menos 70% dos pregões ocorridos nos doze meses anteriores à formação da carteira. Cumpre ressaltar que as companhias sob regime de recuperação judicial, processo falimentar, situação especial ou ainda que tenham sofrido ou estejam sob prolongado período de suspensão de negociação não integrarão o INDX.

ICON: tem por objetivo oferecer uma visão segmentada do mercado acionário, medindo o comportamento das ações das empresas representativas dos setores de consumo cíclico e não cíclico. As ações componentes, selecionadas por sua liquidez, são ponderadas nas carteiras pelo valor de mercado dos papéis disponíveis para negociação.

IMOB: tem por objetivo oferecer uma visão segmentada do mercado acionário, medindo o comportamento das ações das empresas representativas dos setores da atividade imobiliária compreendidos por construção civil, intermediação imobiliária e exploração de imóveis. As ações componentes, selecionadas por sua liquidez, são ponderadas nas carteiras pelo valor de mercado dos papéis disponíveis para negociação.

IGC: é o Índice de Ações com Governança Corporativa Diferenciada, que tem por objetivo medir o desempenho de uma carteira teórica composta de ações de empresas que apresentam bons níveis de governança corporativa. Tais empresas devem ser negociadas no novo mercado ou estar classificadas no nível 1 ou 2 da BM&FBOVESPA.

ITAG: trata-se do Índice de Ações com Tag Along Diferenciado. Tag along é o direito ao mesmo prêmio que os majoritários recebem em caso de venda do controle. Esse índice tem por objetivo medir o desempenho de uma carteira teórica composta de ações de empresas que oferecem melhores condições aos acionistas minoritários no caso de alienação do controle.

MLCX: o Índice BM&FBOVESPA Mid Large Cap (MLCX), criado pela BM&FBOVESPA, tem por objetivo medir, de acordo com o segmento, o comportamento das empresas listadas em bolsa. Representa o retorno de uma carteira composta por empresas listadas de maior valor de mercado. As ações componentes, selecionadas por sua liquidez, são ponderadas nas carteiras pelo valor de mercado dos papéis em circulação no mercado.

SMLL: o Índice BM&FBOVESPA Small Cap (SMLL), criado pela BM&FBOVESPA, tem por objetivo medir, de acordo com o segmento, o comportamento das empresas listadas em bolsa. Representa o retorno de uma carteira composta de empresas de menor valor de mercado. As ações componentes, selecionadas por sua liquidez, são ponderadas nas carteiras pelo valor de mercado dos papéis em circulação no mercado.

IVBX-2: trata-se do Índice Valor BM&FBOVESPA de 2ª Linha, desenvolvido em conjunto por BM&FBOVESPA e Valor Econômico. Visa mensurar o retorno de uma carteira hipotética constituída exclusivamente de papéis emitidos por empresas de excelente conceito entre os investidores (classificadas a partir da 11ª posição) tanto em termos de valor de mercado quanto de liquidez de suas ações.

IFNC: tem por objetivo oferecer uma visão segmentada do mercado acionário, medindo o comportamento das ações das empresas representativas dos setores de intermediários financeiros, serviços financeiros diversos e previdência e seguros. As ações componentes, selecionadas por sua liquidez, são ponderadas nas carteiras pelo valor de mercado dos papéis disponíveis para negociação.

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